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O PODER CURATIVO DO SOM - Parte 1

Sabe aqueles textos, que dizem tudo sobre determinado assunto, que você encontra em alguma de suas faxinas, perdido em alguma pasta, mas que você não sabe de quem é? Pois esse é um deles. No entanto, suas colocações são tão claras e sintetizam tão bem o que é importante ser dito sobre o assunto, que resolvi torná-lo público, mesmo sem saber quem é seu autor. Está traduzido do espanhol. Vou postá-lo em duas partes pois ele é bem longo. Boa leitura! Nossos ancestrais, nos tem ensinado sobre o poder do som sobre a configuração e transformação da matéria, o que constitui o fundamento de sua capacidade curativa. Sabemos que toda a matéria é som e emite som, ainda que esses sons se encontrem em s

MASSACRE CULTURAL NA AMÉRICA INDÍGENA

Rigoberta Menchú é uma ativista da Guatemala que trabalha pela defesa dos direitos humanos. Ela é da etnia quiché, um dos grupos que compõem o povo maia. Em 1992, Menchú ganhou o Prêmio Nobel da Paz por seus esforços em favor da população nativa da Guatemala. As condições nas quais se dão as relações interculturais (nos países da América Latina) tem se traduzido, em geral, na violência contra os povos indígenas em suas diversas expressões: desde os massacres genocidas, o desapreço, a marginalização, a limitação de oportunidades, as agressões físicas e morais, a exploração econômica, o trabalho infantil, a escravidão sexual, até a compaixão e o paternalismo que negam a dignidade humana e rev

MÁQUINA VITAL DE GUERRA OU O COMBATE À TIRANIA

Por que o trágico é alegre? [Por nenhum direito a menos ou por nenhuma tutela a mais?] (Antes de você ler ao contundente e atualíssimo texto de Luiz Fuganti, aí vai um convite seu. Imperdível! "Nesta segunda-feira, 17 de junho, de 19h30 até 22h00 você é meu convidado para uma aula aberta do grupo de estudos da obra Assim Falou Zaratustra, de Nietzsche. Falaremos sobre o que esconde o ideal do amor ao próximo, e o que seria um modo ativo de amar - tema tão necessário e urgente nos dias atuais, onde os modos passionais reivindicativos de existir dominam as sociedades globalizadas. Para receber seu acesso à aula clique no link abaixo. https://app.getresponse.com/click.html?x=a62b&lc=BL

O CAMINHO DA AUTO-TRANS-FORMA-AÇÃO

O nosso corpo é um instrumento, delicado também resistente, que desafina ou se harmoniza com os fatos que enfrenta. É parte consistente e transformadora de cada um de nós. Por isso precisa estar cheio de vida para vencer desafios, conflitos, problemas que fazem parte do cotidiano. Não podemos adivinhar nosso caminho nesse planeta, mas podemos atuar sobre ele à medida que buscamos autoconhecimento e assumimos autorresponsabilidade pelas situações que surgem. Não surgem do nada, daí a importância de aceitar o que vier na certeza de que o pior dos fatos pode nos beneficiar a médio ou longo prazo. Pode nos acrescentar -- mais do que problemas difíceis de resolver -- a compreensão de quem somos,

SER DE BEM E A FALTA DE INTEGRIDADE VITAL

"Os seres de bem são cheios de razão, de verdade, de direitos e de moral. Mas o que mais falta a eles é descobrir o que os move." Luiz Fuganti (vídeo gravado em janeiro de 2018) Como continuidade ao post da semana passada onde me referi ao livro de W.Reich, Escuta Zé Ninguém, nada melhor que o vídeo de Luiz Fuganti, livre pensador, filósofo da diferença e esquizoanalista, que fala sobre as "pessoas de bem." Bela maneira de expandir e complementar as idéias de Reich. Hoje faço clínica em Esquizoanálise com ele, mas conheci Luiz Fuganti no final de 2017, quando já um pouco cansada da literatura psi, resolvi me voltar para a filosofia e encontrei um curso seu na internet sobre Nietzsche. Dupla

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