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EXISTIRMOS - A QUE SERÁ QUE SE DESTINA

21/7/2019

 

 PERGUNTAS INSTIGANTES:

 

1.  "Existirmos, a que será que se destina?"

2.  Já que você só tem este momento, como você quer usá-lo?

3.  Você precisa fazer o que está fazendo?

4.  Isso é o melhor que você pode fazer?  

5.  Essa ação te torna mais potente ou te despotencializa?

6.  A quem você está servindo ao realizá-la?

7.  Você quer pensar que está vivo ou prefere sentí-lo?

8.  Se você fosse morrer agora mesmo, você acha a tua morte te respeitaria?

 

 

Essas perguntas, na sua maioria, estão no livro O Caminho Tolteca de Ken Eagle Feather. No México Antigo, usar a morte como conselheira é uma chamada ao despertar. Tomar consciência de nossa morte nos impulsiona para a vida. Contar com sua presença ao nosso lado, nos ajuda a desenvolver a presença mental e nos dá coragem para seguir nossos sonhos.

 

Um dos nossos maiores equívocos é pensarmos que temos tempo, quando na verdade, o nosso único tempo é esse instante. Vivemos irrealidades, mas nossa mente insiste em nos faz crer que assim é a vida. Até que cai a ficha e nos damos conta do quão absurdo é o tanto de tempo desperdiçado em NÃO SER, iludidos com a idéia de que temos tempo. No entanto só temos o agora, não esquecendo que nossa morte nos espreita e pode nos caçar no mesmo agora que agora vivemos. 

 

Muitas ações são realizadas sem ter qualquer relação com o que de fato é o nosso desejo, o que quer dizer que agimos a maior parte das vezes determinados por condicionamentos, atendendo a expectativas sociais, ora para ser aprovado, ora para ter controle, ora para ser "melhor que", sem a menor noção de que podemos morrer no momento seguinte. 

 

Don Juan, sábio indígena mexicano, fala: “Isso, o que quer que você esteja fazendo agora, pode ser seu último ato neste mundo. O que recomendo que você faça é notar que não temos nenhuma garantia de que nossas vidas continuem indefinidamente. O que se pode fazer é viver o mais feliz possível. Há pessoas que têm muito cuidado com a natureza de seus atos. Sua felicidade é agir com a plena consciência de que não tem tempo, portanto seus atos possuem um poder especial. Os atos têm poder. Especialmente quando a pessoa que age sabe que aqueles atos são sua última batalha. Há uma estranha felicidade em agir com o pleno conhecimento de que o que quer que se esteja fazendo pode bem ser o último ato sobre a terra. Recomendo que você considere sua vida e veja seus atos sob essa luz.”

 

E eu recomendo que consideremos as perguntas do início do texto, pois são propulsoras de mudanças na direção do SER. “Existirmos - a que será que se destina?" é a primeira delas, e quem a faz é Caetano Veloso.

 

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